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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Livre, Leve e Solta

Diversos motivos podem levar você a travar entre os lençóis. Ou teve um dia daqueles, o chefe te encheu de trabalho e até mesmo experiências malsucedidas com o antigo parceiro fazem com que a hora H seja um martírio. Não leve isso para a cama!. Aproveite as dicas da terapeuta e analista corporal, Tamaris Fontanella, uma das precurssoras da Theaterapia (Terapia da Mulher) no Brasil. "Medo, depressão, raiva, mágoas de relacionamentos anteriores, experiências ruins e acontecimentos não esclarecidos com o amante são os motivos mais comuns. Há também aqueles insights negativos sobre o corpo, como fazer e se o namorado vai gostar", enumera.



Aperte o botão

"O pensamento só vira uma bola de neve se você der atenção para ele. Experimente sensações em diversas partes do corpo, isso vai fazer com que você saia do pensamento e vá para o sensorial. Você pode se surpreender! Viva o momento, o contato, o carinho e o toque. Você é responsável por seus momentos. Entregue-se!."

O poder da entrega

"Muitas vezes, a preocupação de chegar logo ao orgasmo ou agradar o parceiro deixam a mulher tensa e, com isso, não consegue se entregar ao momento. Não encare o sexo como uma obrigação. Em alguns dias você não vai estar afim mesmo. Quando estamos mais introspectivas, nossa energia está condensada. O primeiro passo para se soltar na cama é querer fazer sexo, para transformar o ato em prazer." 

Estimule os sentidos

"Estimular os cinco sentidos. Óleos perfumados para massagem, música-ambiente, lingerie e frutas. Tudo isso ajuda a despertar as sensações do corpo, principalmente das mulheres que são ligadas em detalhes. As sensações são responsáveis pela liberação dos hormônios do prazer. Por isso o ideal é conhecer como gosta de ser tocada para ensinar o caminho correto ao seu amado. Diga ao parceiro quais as posições e os estímulos que você mais gosta. Não é necessário verbalizar, não hesite na hora de direcionar as mãos do parceiro para um carinho que a agrade. Isso é bom para os dois: ele terá certeza de que está fazendo como você gosta."

Vá com calma
"O orgasmo é resultado da resposta do impulso do prazer, uma baita descarga de energia do corpo. Se você está preocupada demais, condensará toda a sua energia no pensamento. Dessa forma, é bem possível que não consiga se entregar e relaxar para aproveitar. Também não se sinta obrigada a chegar ao clímax no mesmo segundo que o seu parceiro. Cada um tem o seu tempo e isso vai depender do dia, da vontade e do estímulo de cada um. Dê preferência para as posições que favoreçam a estimulação do clitóris."

Entre no clima

"As carícias despertam sensações no corpo e proporcionam o clima antes do sexo. Para a mulher isso é importante, porque o prazer não é só genital, tem que integrar tudo: momento, sentimento, amor, parceiro e prazer. Quanto mais o casal se dedica às preliminares, mais se conhecem e potencializam a carga erótica. A mulher fica mais lubrificada, o que auxilia na penetração e ajuda a atingir com mais facilidade o orgasmo." 


Entrevista dada em 27/04/2012 por Tamaris Fontanella para o site Bolsa de Mulher
Tamaris Fontanella
www.espacoanima.com.br
Atendimentos Curitiba e SP
Telefones 
Curitiba (41) 3014-3521 e (41) 9642-2274 (What´s App) 
São Paulo: (11) 94208-5196


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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Como é a Terapia Floral para crianças?

A Terapia Floral é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde como uma terapia complementar e já se firmou como um eficiente recurso de tratamento dos mais diversos desequilíbrios emocionais. 
O que muita gente não sabe é que bebês também podem fazer uso da terapia floral e que o tratamento ocorre mais rápido que nos adultos, porque possuem uma energia livre da racionalização e uma energética mais dinâmica para a assimilação das frequências das essências florais.
Nos primeiros anos de vida um bebê vivencia uma série de situações que afetam seu estado de ânimo: tem de aprender a mamar, criar uma rotina de sono, adaptar-se aos cuidados de outras pessoas que não a sua mãe, começa a dar os primeiros passos e surgem os dentinhos. 
Diante de tanta "novidade", é muito comum que os pais passem a buscar alternativas que minimizem os impactos de cada um destes eventos. 
Os Florais são ótimos auxiliares para equilibrar as emoções, tanto dos pais como principalmente dos bebês, no tratamento como desequilíbrios do sono (onde os pequeninos trocam o dia pela noite), pesadelos (os que acordam assustados ou se mexem demais), agitação extrema, falta ou excesso de apetite, nascimento dos dentes, desenvolvimento atrasado e muitos outros.

A administração dos florais para os bebês é feita em frequencial diferente dos adultos e não usa conservante. 
É analisado todo o contexto familiar e o relato dos pais, e todos os envolvidos com o cuidado com o bebê são orientados pela terapia floral para que a cumplicidade de amor entre o bebê e seus cuidadores possibilitem uma transformação de forma mais positiva.

Para saber mais ou marcar sua consulta:
Tamaris Fontanella
www.espacoanima.com.br
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Curitiba (41) 3014-3521 e (41) 9642-2274 (What´s App) 
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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O VALOR DE UMA MULHER


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

A SUTIL TRANSFIGURAÇÃO DA MULHER NO MUNDO!


quarta-feira, 31 de julho de 2013

Leituras sobre o feminino!

AL RAWI, Rosina Fawzia. Grandmother's Secrets. Editora Interlink Books.
Almanaque Wicca 2009. Editora Pensamento
BOLEN, Jean Shinoda. As deusas e a mulher. Editora Paulinas.
BOLEN, Jean Shinoda. Las Brujas no se quejan. Editorial Kairos.
BOLEN, Jean Shinoda. O Milionésimo Círculo. Como transformar a nós mesmas e ao mundo. Editora Triom
CAMPBELL, Joseph. Todos os nomes da Deusa. Editora Rosa dos Tempos.
CHOPRA, Mallika. 100 Promessas para o meu bebê. Editora Sextante.
CORBETT, Nancy Q. A prostituta sagrada. Editora Vozes
CRISCOM, Chris. A fusão do feminino. Editora Siciliano.
DETHLEFSEN, Thoward; DAHLKE Rüdiger. A doença como caminho. Editora Cultrix
DOWLING, Colette. Complexo de Cinderela. Editora Melhoramentos.
ESTÉS, Clarissa P. Mulheres que correm com os lobos. Editora Rocco.
FAUR, Mirella. O Anuário da Grande Mãe. Editora Gaia
JOHNSEN, Linda. Filhas da Deusa: as mulheres santas na Índia de hoje. Editora Nova Era.
JOHNSON, Robert. She. A Chave do Entendimento da Psicologia Feminina. Editora Mercuryo
LEMOS, Regina. Quarenta: a idade da loba. Editora Globo.
LYZ, Sueli. Dança do Ventre. Descobrindo sua Deusa Interior. Editora Berkana
MANKOWITZ, Ann. Menopausa, tempo de renascimento. Editora Vozes.
MARASHINSKY, Amy Sophia. O Oráculo da Deusa. Editora Pensamento.
MARASHINSKY, Amy Sphia. O oráculo do Código do Graal. A Restauração do Feminino. Editora Pensamento.
MATARAZZO, Maria Helena. Nós Dois. Editora Gente
MCLEAN, Adam. A deusa tríplice. Editora Pensamento.
MURARO, Rose Marie. A mulher no terceiro milênio. Editora Rosa dos Tempos.
OSHO. Relacionamento. Amor e Liberdade. Shanti Editora.
OSHO. Tantra: Espiritualidade e Sexo. Editora Madras.
OWEN, Lara. Seu sangue é ouro. Editora Rosa dos Tempos.
PENNA, Lucy. Dance e recrie o mundo. Summus Editorial.
PIRES, Valéria Fabrizi. Lilith e Eva. Imagens Arquetípicas da Mulher na Atualidade. Summus Editorial.
REYO, Zulma. Cartas para minha filha: a mulher do futuro. Editora Ground
SICUTERI, Roberto. Lilith, a lua negra. Editora Paz e Terra.
STARHAWK. A dança cósmica das feiticeiras. Editora Record.
STEIN, Diane. Reiki Essencial. Editora Pensamento.
UTINGUASSÚ, Liana. O Chamado da Terra. Escutando a voz de nossos ancestrais.
WAIBLINGER, Angela. A grande mãe e a criança divina. Editora Cultrix.
WOOLGER, J.Barker Woolger. A Deusa Interior. Editora Cultrix

terça-feira, 23 de julho de 2013

Papo de Mulherzinha?

Há dois anos atrás quando iniciei mais um grupo no Círculo de Mulheres uma das mulheres presentes em nosso segundo encontro levantou-se e se posicionou a frente de todas dizendo:
"Que papo de mulherzinha! Isso é muito idiota".

Naquela noite ao término do círculo as mulheres que ficaram presentes até o final me retribuíram um enorme abraço e algumas até indagaram que ela não sabia o que falava,

Em casa passei alguns dias repensando o "papo de mulherzinha", até porque nos demais encontros ela não retornou mais.
Repensei meu trabalho, meu foco com os círculos de mulheres, meu foco com o meu "Sagrado Feminino".

Porque um Círculo de Mulheres?
Mulheres são tecelãs
Tecem sonhos com fios de lágrimas...
Mulheres são tecelãs.
Tecem vidas em suas barrigas
Com esperanças e alegrias infantis.
Mulheres são feiticeiras.
Inventam magias e encantamentos.
E atraem e cativam com um simples olhar.
Mulheres são meninas.
Acreditam em príncipes e finais felizes.
Mulheres são guerreiras
Enfrentam a luta com galhardia.
E não esmorecem mesmo quando cansadas.
Mulheres são sabias.
Trazem em si toda a sabedoria do mundo.
o repartir entre os filhos,o pão,o carinho e o
próprio tempo.
Mulheres são especiais.
Mulheres são seres próximos dos Deuses.
Mulheres são mães.
A mais perfeita tradução do mistério da eternidade da alma.
(Rita Licks)

Nos últimos 10 anos de trabalho com o Sagrado Feminino tive a honra de celebrar com:
Mulheres que reviveram e se transformaram nos círculos resgatando a sua sacralidade, valores, o direito de ser, de estar.
Mulheres que aprenderam sobre seu Universo que foi velado durante anos.
Mulheres que criaram uma consciência maior de si mesmas, do meio aonde habitam, da natureza e do universo.
Mulheres que reaprenderam a fazer da luta do dia-a-dia um movimento de transformação e retransformação que se reconectam a sua essência e a sua alma.
Mulheres que passaram a honrar os seus ciclos.
Mulheres que honraram o seu Caminho Sagrado quando se deram conta do conhecimento intuitivo inerente a sua natureza receptiva.
Mulheres que encontraram o seu caminho e a sua missão sendo Mulheres!


A recuperação do princípio feminino se baseia na amplitude. Consiste em recuperar na Natureza, a mulher, o homem e as formas criativas de ser e perceber. No que se refere à Natureza, supõe vê-la como um organismo vivo. Com relação à mulher, supõe considerá-la produtiva e ativa. E no que diz respeito ao homem, a recuperação do princípio feminino implica situar de novo a ação e a atividade em função de criar sociedades que promovam a vida e não a reduzam ou a ameacem. (Shiva, 1991, p.77 apud Siliprandi, 2000, p.65).

O trabalho com o Sagrado Feminino é o resgate da força feminina, a reestabilização, a cura das Guerreiras Feridas.

Na troca com outras Guerreiras Feridas a mulher encontra diversas maneiras de celebrar uma união consigo mesma na liberdade de Ser e sentir.


As mulheres honram o seu Caminho Sagrado quando se dão conta do conhecimento intuitivo inerente à sua natureza receptiva. As mulheres precisam aprender a amar, compreender, e, desta forma, curar umas às outras. Cada uma delas pode penetrar no silêncio do próprio coração para que lhe seja revelada a beleza do recolhimento e da receptividade". — Jamie Sams
Papo de Mulherzinha?
Adorooooooo

Beijos para todas as Deusinhas!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

A mulher e os ritos de passagem

Ritos de passagem, como o próprio nome diz, marcam transições definitivas e definidoras de rumos. Mais que exigências culturais, os ritos de passagem são exigências da construção e da afirmação da identidade humana frente ao que o mundo nos apresenta. Diante deles, somos chamados a nos posicionar, a fazer escolhas, a agir com coragem na direção de algo novo, abandonando uma margem segura e conhecida.

Não é à toa que vemos muitas pessoas completamente atordoadas diante do casamento, talvez um dos maiores rituais humanos de passagem, fora a morte e o nascimento. É preciso realmente uma alta dose de desprendimento, coragem e uma direção certeira da vontade para mudar o status de "disponível e à procura" para o de "já decidi o que quero e estou dedicada a uma pessoa só".



Casamento

O casamento modifica a identidade da garota que passa a ser "dona" de sua casa e passa a receber do mundo uma diminuição de sua valorização como símbolo sexual, e em contrapartida recebe olhares que esperam uma postura de transmissora dos saberes e mantenedora dos valores sociais "corretos". E isso não se refere somente às mulheres que têm filhos, mas a todas as casadas. Afinal, uma garota que mantém dois namorados é apenas uma garota em dúvida, mas uma mulher que mantém dois parceiros é considerada uma adúltera. A sociedade entende que a mulher casada é alguém com o compromisso de formar uma família ou uma parceria. Estar comprometida é ser responsável por algo e isso tem um peso social.



Mudanças da puberdade
Na medida em que o rito do casamento se refere a uma escolha consciente, a uma tomada de decisão para mudança de status social, outros rituais, como a primeira menstruação e as mudanças corporais da puberdade são, ao contrário, inconscientes, instintivos e livres de qualquer escolha. A adolescência, afinal, é o mundo dos hormônios.

A menina, quando menstrua, também percebe as mudanças de olhares para si, especialmente da parte dos homens. A menstruação é uma marca física que se torna um rito cultural de passagem da infância para a adolescência e a consequente descoberta da sexualidade, da sedução e dos artifícios e poderes femininos. Geralmente, é acompanhada pelo crescimento dos seios e por outras mudanças corporais significativas, que lançam a mulher no campo do desejo.


Virgindade
A perda da virgindade é outro marco que traz uma mudança de status definitiva para a mulher. Por mais que existam operações de fechamento do hímen, não existe volta moral depois de seu rompimento. A virgindade é "perdida" como se fosse um tesouro feminino, guardado a sete chaves para ser arrebatado pelo bravo cavaleiro. A perda da virgindade moralmente é como um roubo abrupto da inocência, mesmo nos casos consentidos. Não que na prática isso seja efetivo ao pé da letra, mas socialmente existe essa marca, e ainda hoje se discute a virgindade em alguns posicionamentos religiosos, indicando que esse ritual é mais impactante do que se imagina.



Cirurgias plásticas

Não se pode deixar de falar hoje de um ritual que passou a ter uma representação social bastante forte para as mulheres: as cirurgias plásticas e as consequentes mudanças corporais, de autoestima, de posicionamento no mundo. É como uma adolescência consentida pelo livre-arbítrio. É quando decidimos brincar de Deus e modelar nossa forma ao sabor de nossa mente. Algo com uma força psicológica incrível e incomparável a outros processos. Ah, se houvesse silicone na época de Marilyn, talvez as divas teriam descido de seu universo mítico. Hoje se vê divas no metrô e essa evidência da sexualidade promove um jogo de poderes bastante forte.


Gravidez
Um ritual muito interessante do ponto de vista do amadurecimento feminino é a gravidez. Não pode existir marco mais reformulador da imagem, do status, da personalidade, do papel social, enfim... de toda a identidade da mulher. A gravidez é um estado que anuncia a exclusividade da mulher de gerar uma vida em si mesma, tornando-a, por aquele momento, especial, diferenciada. Um dos raros momentos, antes da velhice, em que podemos desfrutar socialmente de uma condição moralmente protegida, imaculada, intocável. As grávidas são portadoras de vida e portanto são cuidadas por toda a sociedade. É uma benção que marca a mudança do papel de filha para mãe.


Separação
A separação tornou-se um ritual moderno de destaque. Os divórcios hoje são bastante comuns (nem tanto quanto os casamentos, mas ainda sim, muito freqüentes). Para a mulher, o que já foi símbolo de desprestígio e desvalorização social, hoje geralmente representa uma libertação, após longo período de dor.


Menopausa
A menopausa é um dos rituais mais silenciosamente dramáticos da mulher. É o sinal de que a outra idade, aquela da qual temos medo, está logo adiante. É um sinal evidente de que a vida está caminhando para sua metade final. A degradação do corpo, o cansaço, o aparecimento das primeiras rugas e desgastes na pele, a saída dos filhos de casa, o fim da menstruação - lembremos que a menstruação está ligada a um passado sexualizado da mulher - todos símbolos de um recolhimento, um desinvestimento da mulher como objeto de desejo e sua preparação para o enfrentamento da velhice.

Para finalizar, vale relembrar os "pequenos" rituais femininos, como o primeiro beijo, a primeira viagem sem os pais, o primeiro buquê de rosas, a primeira paixão, a primeira melhor amiga, a entrada na faculdade, a festa de formatura, os primeiros passos e as primeiras falas do filho, e entre tantos outros que marcam nossa trajetória feminina. Ser mulher é ser marcada fortemente pelo impacto dessas mudanças.

Texto de Clarissa de Franco