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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Seja proativo!

Ser proativo se tornou uma virtude que faz com que os profissionais sejam disputados no mercado de trabalho. Mas o que é ser proativo? Muitas pessoas acham que ser proativo é ter iniciativa, ou mesmo a capacidade de resolver rapidamente os problemas. Mas somente ter iniciativa não basta, a proatividade se refere à antecipação de soluções, por isso o prefixo "pró", e para isso é preciso planejamento. 

Desta forma, podemos definir que a pessoa proativa é aquela que se antecipa aos problemas, somando iniciativa e planejamento, consegue prever soluções e ações necessárias. O planejamento pode não prever o futuro, mas aumenta as chances de sucesso.

Outra característica importante do profissional proativo é o questionamento positivo, que serve de base para as mudanças. O questionamento positivo leva a criatividade, que por sua vez leva a inovação. Ou seja, o profissional proativo não se contenta com as soluções prontas, busca alternativas, é persistente e consegue visualizar novas formas de trabalho que trarão melhores resultados.

Desenvolver a atitude da proatividade requer do profissional boa comunicação, envolvimento, conquista de confiança da equipe, saber planejar e estabelecer expectativas de desempenho, buscar novas responsabilidades, buscar conhecimento continuamente.

Nos tornamos proativos somente quando estas características se tornam um hábito no nosso dia-a-dia de trabalho, assim nossos comportamentos são reconhecidos como de um profissional proativo. Esses comportamentos se referem ao estar sempre pronto para colaborar com a equipe, conseguir visualizar possíveis problemas e de que maneiras poderão ser resolvidos.

O profissional proativo, por seu comportamento, desenvolve bons relacionamentos interpessoais, demonstra comprometimento, e se torna referência em sua equipe de trabalho. É aquele vendedor que sempre encontra alternativas para o cliente, é aquele colega que faz além de suas atribuições e por sua eficiência consegue ajudar outros colegas a encontrarem soluções.

Também reconhecemos a proatividade naquela pessoa que faz as coisas acontecerem, coloca a mão na massa junto com a equipe e com isso acompanha de perto o resultado do seu planejamento. Pois planejar requer aplicação, que consiste acima de tudo em ação e prática.

Por isso vamos refletir sobre o quanto estamos sendo proativos no nosso trabalho. Buscamos trabalhar com criatividade? Qual é o seu planejamento para o dia de hoje? Para esta semana? Para o mês? Para o ano? Essas metas estão de acordo com a missão de sua empresa? E a visão? Onde sua empresa quer chegar? Como chegar até lá? O quanto suas ações estão influenciando no resultado de sua empresa? De que forma uma mudança de atitude traria melhores resultados? Pense nisso!


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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Alquimia Interior

 

Um processo de mutação psicossomático
A alquimia tem diversas dimensões operativas, sendo a mais conhecida a que se refere ao alquimista no seu laboratório “externo”, habitualmente imaginado como cheio de símbolos e instrumentos “químicos” estranhos. A Alquimia Interior, muito embora utilize os mesmos símbolos e operações arquetípicas, trabalha num único laboratório, o “interno”, que é o próprio indivíduo em processo de transformação.

A alquimia não tem objecto.
A alquimia é uma prática intuitiva não cultural e não mental. Não há alquimia sem consciência e alargamento do campo da percepção. A alquimia é a capacidade de operar transformações, ou mutações, na estrutura da realidade a partir da intensificação da própria consciência. A alquimia fala sobre o desconhecido, sobre algo ao qual ninguém dá um nome. É este o aspecto fascinante da sua prática – ela é a figuração da consciência intrínseca, proporcionando um discurso sobre algo que ninguém sabe o que é. Gerou, no entanto, muita coisa concreta sem que se possa estipular qualquer objecto. Pode-se dizer que é uma invenção de génio, a de criar ao nível real, no laboratório, e não ao nível intelectual, o mistério da consciência intrínseca. A matriz do homem como o seu próprio laboratório, que a alquimia cria, é universal e encontra-se em todas as civilizações. Da China até ao Médio Oriente e ao Ocidente, atravessa transversalmente o mundo. O problema da alquimia é uma questão prática,  não é especulativa nem interpretativa ou seja, não é um objecto cultural. Não interessa onde é que ela nasceu, e não é possível fazer-se um estudo comparativo das alquimias do Oriente e Ocidente.
O homem como laboratório de si próprio.
A alquimia parte do princípio que não é necessário laboratório “externo” para encarnar o princípio da consciência intrínseca, para a operação de depuração que permite encarnar o mistério do princípio crístico. A alquimia, neste sentido, implica que a relação espírito / matéria se alterará no futuro. Já Eugène Canseliet, que forneceu informação sobre o mítico Fulcanelli, deu muitas pistas para dar a compreender que a alquimia se constrói em redor de um objecto que está fora de alcance do intelecto e que, pelo contrário, se trata de uma prática sobre si próprio. A alquimia como química / física pré-Lavoisier foi uma espécie de hiperquímica com uma imensa quantidade de receitas e analogias tradicionais que não tem propriamente a ver com a alquimia da qual falamos aqui. A prática base daquela é a sublimação ou seja, o processo de deixar a matéria “cozer” vezes sem fim ao sol ou ao fogo, para chegar à sua transmutação. A alquimia, por outro lado, é a ciência das relações do homem com o cosmos e a natureza.
Assim, em gravuras antigas, o laboratório do alquimista abrange sempre um oratório, lembrando a velha máxima dos monges cristãos “ora et labora”, ou seja, procura primeiro a tua inspiração em Deus (em ti) e depois trabalha no laboratório da Terra. O que, por outras palavras, significa encontrar primeira referências em si mesmo através do auto-conhecimento e da consciência de si mesmo. A consciência intrínseca é o material da alquimia, não a consciência psicológica. A alquimia põe à nossa disposição processos de alargamento do campo da consciência, e não se ocupa da consciência psicológica que dá apenas pelos gastos do dia a dia.
A transmutação da percepção.
A alquimia traz mais consciência a todas as coisas e proporciona a capacidade de operar transmutações no campo da consciência. Quem não alarga conscientemente – cosmicamente – a sua consciência, fica ao nível da química. Neste caso não pode haver transmutação porque o campo de consciência do operador não deixa que esta transmutação aconteça. Para ela acontecer, é preciso ter um olhar de lince, uma percepção alterada. É no oratório que acontece o trabalho sobre si mesmo para alcançar este olhar de lince, esta percepção apurada que permite distinguir entre uma simples operação química e a alquimia propriamente dita. Assim, o código da alquimia tem a ver com a percepção.
A Alquimia – uma demanda de sageza.
Como é possível descodificar os antigos tratados de alquimia? É preciso ver que o texto em si não interessa. O que os entendidos sempre fizeram, é seleccionar trechos do texto para com eles compor outro texto que é já um texto que nasce da experiência própria e não pode ser ensinado. A leitura passa sempre pela prática.
Um desses tratados antigos é o Mutus Liber, composto apenas por imagens, aproveitando da faculdade humana de representação do mundo e de auto-representação através de imagens que surgem, por exemplo, no sonho. Este é fruto da faculdade humana de construir o mundo em imagens, faculdade explorada, por exemplo, por C.G.Jung, sobre o lado arquetípico dos sonhos e o seu respectivo significado.
Os sonhos significativos dão conta da mudança interna do homem, dão ordem ao caos das nossas percepções. São tentativas de encontrar soluções através da organização do caos numa espécie de cogitação sobre o sentido da vida ou da dimensão filosófica da vida. São sonhos de sageza. O sonho é um livro sem texto, é um livro de imagens. Em nós começa a primeira leitura, nós somos o livro. A alquimia é uma demanda de sageza na vigília, fora do eixo do dia a dia. Leva-nos a encontrar outra relação com a realidade, um outro olhar sobre as coisas. Como um estereograma, permite-nos descobrir o que é significante. Como nos tratados antigos de alquimia, também no texto da vida diária só uma ínfima parte interessa. É esta que somos levados a descobrir através da transmutação alquímica.
O maharaja e o mendigo.
Uma história indiana explicita esta noção de que se esconde, em cada dia da nossa vida, um tesouro que tem de ser desenterrado. Era uma vez um maharaja que vivia numa corte faustosa. Todos os dias, na altura do almoço, um mendigo entrava no seu palácio e oferecia-lhe um fruto fresco, acabado de colher. O maharaja mandava um servo receber o fruto e guardá-lo nas caves do palácio. Este ritual repetia-se todos os dias, e o maharaja, no seu mais íntimo, perguntava-se qual o sentido desta oferta sem encontrar uma resposta. Um dia, quando o mendigo se aproximou de novo como o fruto na mão, um macaco saltou e roubou o fruto. Depois sentou-se ao pé do trono e começou a trincar o fruto. Para espanto do maharaja e de toda a corte, o caroço do fruto emitia um imenso brilho e quando olharam de perto, descobriram que se tratava de um lindíssimo diamante. Espantado, o maharaja mandou um servo ir buscar os outros frutos que já estavam meio podres. Todos tinham no interior um diamante brilhante.

A suspensão entre os dois pólos – morte e ressurreição.
A prática da alquimia inicia-se no equinócio da Primavera – a “primeira verdade” só pode ser descoberta nesta época do ano, quando tudo volta à vida, quando se celebra a morte e a ressurreição. A primeira verdade sobre as coisas começa a ser perceptível, a Primavera começa em nós. A alquimia permite este trabalho sobre a consciência de si próprio, numa prática meditativa que explora o limite da mente discursiva, e que é também possível no sonho lúcido, num sonho como o de Jacob, por exemplo, que sonha com a subida e descida dos anjos na chamada Escada de Jacob, representando a relação funcional entre micro e macrocosmos. Os anjos, neste sonho, querem acordar Jacob que está num profundo sono.
Temos de despertar deste sono para perceber, dentro do campo da consciência, a morte e ressurreição. O seu símbolo é o ovo, no qual está a totalidade da vida. Nós somos o adormecido que não acorda, que vive apenas para os gastos. É preciso ir mais além, entrar neste jogo da consciência, este fluxo constante entre o Sol e a Lua, entre as polaridades do mundo. Este fluxo entre os dois extremos existe continuamente. A questão é como dar por ele e vivê-lo sem se ficar pela visão de “dentro” e “fora”. O que é preciso é ficar na suspensão entre os dois pólos. 
O trabalho interno.
A alquimia é a sageza pessoal que encontra o nexo entre o dentro e o fora por além do movimento pendular da consciência psicológica. Permite perceber que entre dentro e fora não há diferença, que são uma e a mesma coisa.
A Primavera das coisas começa em nós, a transfiguração é possível: no estado mercurial os opostos são unificados sem contradição, fazem parte do processo de percepção, não há divisão na percepção, há unificação ou pura percepção.. No trabalho interno revela-se a qualidade alquímica da nossa consciência. Vemos então que as dicotomias não são contraditórias e a dualidade deixa de existir. A nossa percepção torna-se total, é parte integrante da unidade de todas as coisas.
A ferramenta da respiração.
Este é o Tao dos Orientais, que une o Yin e Yang, o mistério que liga os opostos. Esta consciência intrínseca de todas as coisas capta-se pela respiração. Desde que a sua prática seja consciente, permite a mutação, ou seja, permite ver o que é, e não o que parece ser. Deste modo, as ferramentas básicas estão à disposição de todos, não é preciso mestre nem discípulos. Cada um pode descobri-las por si mesmo, utilizando a respiração. É apenas necessário criar espaço e tempo em cada dia para utilizar estas ferramentas. Descobre-se então que a interacção da consciência altera tudo, o uso vibracional da consciência provoca um efeito de diapasão.
 
A alquimia como trabalho sobre a percepção, coloca-se no ponto de fuga, aponta a mutação da realidade, permite um tipo de percepção triangular, não somos sem emissor nem receptor, estamos em unidade com o cosmos e a natureza e descobrimos que a diferenciação não existe na realidade.

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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Eventuais dificuldades em terapia


 Segundo Irmã Tereza: 

“Quando atendemos inúmeras vezes uma mesma situação e a criatura não melhora, significa que ela ainda não se conscientizou, está presa na rebeldia ou orgulho. Então, o sintoma doentio continuará a se manifestar ate que ela, por si mesma, tome consciência do problema e descubra ou entenda que é a própria causadora do mesmo. 

Em criaturas extremamente apegadas à matéria, é mais fácil a recordaçao dos momentos da infância e de sua vida intra-uterina, por estarem mais próximas da sua realidade atual. Pessoas mais espiritualizadas, terão mais facilidade de acessar as lembranças de existências passadas. 

Então, procurem analisar por este aspecto: tudo depende do apego que a criatura manifesta. E estiver apegada ao seu passado, são essas as lembranças que virão à tona com mais facilidade. Caso esteja muito apegada à nova encarnação, se lembrará com mais facilidade das ocorrências dessa” 

Na busca pelas memórias traumáticas de passado, normalmente, vamos envolvendo o paciente em sugestões ou clichês relacionados com o sintoma, para que ele entre em ressonância com o evento perturbador que desejamos acessar. As sugestões produzem os resultados que almejamos e as pessoas manifestam em si reações físicas, emocionais e vibracionais, referentes ao objetivo buscado. Muitas vezes não lhes vem nenhuma imagem na tela mental, não lhes acode nenhuma lembrança de passado e nada percebem. No entanto, melhoram após algumas sessões de terapia. 

Mahaidana diz que: 

“Essas lembranças muito antigas, já estariam meio esquecidas no tempo, mas não apagadas. E não virão à tona naquela sessão em que o paciente está sendo trabalhado, mas poderão vir mais tarde quando ele estiver melhor preparado. 

Outras vezes, essas lembranças estão nítidas em determinados pontos de seus níveis de consciência, mas não nos níveis mais próximos do consciente encarnado, aqueles que estão vislumbrando as memórias de passado no momento. Elas ficam então, um tanto ocultadas, como que atrás de uma cortina escura. Pode ser também o próprio consciente físico que não se permite ver as imagens, mas as sensações continuam ocorrendo.” 

As dificuldades de visualização ocorrem por vários motivos e por isso levam muitos pacientes a desistirem da terapia que lhes traria excelente resultados. É preciso que as pessoas saibam que nem sempre estão ‘prontas’ para ver o que dizem querer ver. Existem os temores conscientes e inconscientes que podem causar entravamentos que só serão desfeitos após muitas sessões de terapia. Dentre esses bloqueios, destacamos: 

_ O medo de descobrir que foram muito maus em seu passado, e domo oje se acreditam bonzinhos, ficam atemorizados e se bloqueiam diante da própria verdade. 

_ Alguns são impedidos por conceitos errôneos sobre a terapia, já trazem o ‘programa pronto’ sobre o que querem ver e com isso atrapalham tudo e não vêem nada. 

_ Existem também os preconceituosos que temem o que os outros vão dizer deles. 

Mahaidana também elucida: 

“ Regressão depende de dois fatores, permissão do interessado e dos mentores dele. A curiosidade vã ou sadia não impedem que os mentores permitam ou não a regressão que nos consultórios somente acontecerão com a permissão da Vontade Divina. 

Por receio de sofrer ou dificuldade de auto-enfrentamento, as criaturas gravam, ocultam e armazenam os seus traumas por tempo indeterminado. E só serão revistos e decodificados, quando a criatura manifestar o desejo do autoconhecimento e não suportar mais o peso da culpa, mágoa, ódio ou raiva e perder o medo. Então, esses traumas virão à tona par serem entendidos e explicados, desmaterializando a idéia negativa e a forma-pensamento que se oculta em algum nível de consciência, mas envolve e afeta todos os demais níveis. O paciente começa a perceber que também errou, que não é vítima”. 

Do livro Psiquismo em Terapia – Regressão e apometria do autor José Godinho. 

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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Reflexologia: alivie dores do corpo pressionando pontos das mãos

A reflexologia consiste em pressionar alguns pontos para aliviar dores e sintomas do corpo. Aprenda a estimular alguns pontos das mãos e melhore seu bem-estar



A reflexologia é uma técnica de massagem que consiste em pressionar certos pontos do corpo. Você sabia que, assim como os pés e as orelhas, as mãos têm pontos reflexos de todas as partes do corpo? "Ao estimularmos essas terminações nervosas, elas levam um impulso elétrico para a região correspondente, causando oalívio de sintomas desagradáveis", explica Marília Melhem Martins, fisioterapeuta (SP). Aproveite: bastam 30 segundos de massagem para dar um chega pra lá na...
- Cólica: pressione o ponto que fica três dedos acima do seu pulso, na linha do terceiro dedo (médio), até sentir uma dorzinha aguda.
- Dor de cabeça: aperte a ponta do dedo médio, na face oposta à sua unha, bem no centro. Se preferir, use a ponta de um lápis.

- Ansiedade: na face dorsal da mão, estimule o ponto que fica entre o dedão (polegar) e o segundo dedo (indicador). Essa manipulação também combate gases intestinais.

- Tensão no pescoço:
estimule a face dorsal e lateral da articulação do dedo médio. O estímulo vai incomodar, mas logo passa.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Dicas de cores para cada ambiente da sua casa

Existem muitas formas de trazer boas energias para os ambientes da casa e para as pessoas, como a escolha das cores. Segundo o Feng Shui, elas podem trazer boas energias, que são traduzidas em sensação de alegria, paz, harmonia e plenitude. Mas, dependendo do ambiente e da cor escolhida, o efeito poderá ser negativo, trazendo depressão e tristeza. Podemos deixar as pessoas nervosas, agitadas, sufocas e emburradas.

Cada cômodo da casa pode receber cores específicas



Confira abaixo quais são as melhores cores para cada ambiente da sua residência:

Sala de estar e sala íntima: use cores claras e neutras como rosa, areia, verde camomila, erva doce, salmão e tons pastel. Estas cores irão deixar o ambiente acolhedor e tranquilo. Evite cores berrantes como vermelho e laranja, que deixam o ambiente energizado.

Sala de TV: no local para ver filmes, jogos e novelas em família e comendo pipoca, use cores escuras como azul royal, verde oliva, vinho, azul petróleo etc. Não coloque vermelho ou laranja, pois são cores que atrapalham os olhos.

Sala de jantar: aposte em cores claras como pêssego, lilás rosado, goiaba ou verde maça. Ou cores fortes como terracota, laranja, vinho ou vermelho. Use estas cores só numa parede.

Escritório: invista em cores que estimulam a mente como amarelo, verde limão e pêssego.

Quarto do casal: cores românticas como rosa, lilás rosado, verde camomila e violeta. Use cores fortes e escuras na cabeceira da cama: vermelho, roxo, azul índigo, berinjela etc.

Quarto das crianças: cores sempre claras para as crianças ou tons pastéis: verde, azul, amarelo, rosa, lilás etc.

Quarto de solteiro: aposte em cores claras e neutras para uma boa noite de sono. Sempre tons pastel. Use uma cor mais escura como verde, azul, goiaba ou rosa na cabeceira da cama.

texto de Franco Guizzetti


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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

5 dicas de Aromaterapia

A Aromaterapia é sempre uma excelente alternativa para que é adepto às terapias alternativas. Se você faz parte deste time, confira cinco dicas que preparamos para que você inclua esta técnica na sua vida e espante os sinais de doença que cismam em rondar a sua vida.
1. Para desodorizar e higienizar o ar dos banheiros, ambientes com pessoas doentes ou com alergias respiratórias, adicione 12 gotas de óleo essencial de Limão em 1 copo de água filtrada e mais 1 copo de álcool de cereais. Coloque numa embalagem com válvula spray e pulverize de 3 a 4 vezes por dia.
2. Outra opção para tratar ambientes é uma mistura de partes iguais dos seguintes óleos essenciais: Limão Tahiti + Eucalipto glóbulus + Capim Limão + Laranja Pera.
3. Para dar leveza aos ambientes, coloque 15 gotas de óleo de Limão (pode ser Tahiti ou Siciliano) junto ao produto de limpeza de carpetes e tapetes para retirar manchas, desinfetar, deixar mais brilhante e com um aroma refrescante e suave no ambiente.
4. Para quem deseja relaxar, acalmar, serenar: cheirar óleo essencial de lavanda ou lavandim. É indicado pingar uma gota na banheira do último banho do bebê para ele dormir bem relaxado. Para adultos, vale pingar de 1 a 3 gotas no travesseiro.
5. Para quem acabou de sofrer uma queimadura ou se cortar: passar óleo essencial de lavanda. A queimadura parará de arder e não ficará cicatriz. No corte, o sangue irá estancar na hora e a cicatrização será mais rápida e sem marcas.


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Auriculoterapia
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Auriculoterapia combate stress

A auriculoterapia é uma técnica terapêutica de estimulação de pontos estratégicos da orelha, que tem por objetivo tratar doenças dos sistemas nervoso, cardiovascular e circulatório, além de aliviar o estresse. A massagem no local é feita com sementes, que são colocadas na pele e permanecem depois da sessão.
A orelha externa é um microssistema que representa todo o corpo humano, a exemplo das palmas das mãos, das plantas dos pés, do crânio e das regiões laterais da coluna vertebral. E com o estímulo de pontos na região, é possível tratar a origem da enfermidade, ou seja, o foco da auriculoterapia é sanar a causa.
"A auriculoterapia não é uma medida paliativa porque trata a causa das doenças, até promover a total recuperação", explica Raquel Terra, fisioterapeuta e acupunturista. O mecanismo de ação usado por Raquel é a associação da medicina tradicional, chamada ocidental, com a medicina chinesa, que trabalha com os canais energéticos do corpo.
Segundo a fisioterapeuta, a procura maior é para o tratamento de dor de cabeça. Outros sintomas recorrentes nos pacientes são dor na coluna, insônia, depressão e diabete.
Roberta Rocha procurou a auriculoterapia por não ter acreditado no diagnóstico da medicina tradicional sobre a síndrome do pânico. "Eu tomei por um ano remédios fortíssimos desnecessariamente. Decidi procurar uma alternativa e acabei encontrando", diz. Ela ainda faz a terapia, mas afirma estar curada. "Consegui largar dos medicamentos", argumenta.
Efeitos colaterais
Ao iniciar o tratamento, o paciente pode sentir alguns efeitos colaterais como dor, adormecimento no local e calor. No entanto, Inês Silva não troca o tratamento por nenhum outro. Ela buscou a terapia para curar uma anemia de caráter hereditário e diz ter obtido êxito. Inês comprovou a eficácia com exames de laboratórios que não detectaram mais a enfermidade. "Hoje continuo com a auriculoterapia porque me sinto super disposta e também por controlar a minha ansiedade", conta.
É com o mesmo entusiasmo que Julio Ikeda fala como a técnica curou a dor de cabeça freqüente, que o acompanhou por mais de cinco anos. Atualmente, ele faz a terapia para tratar hipertensão e diabetes. "Aprendi também fazer a prevenção de enfermidades. Hoje, eu procuro fazer a auriculoterapia para não ter de ir ao médico", justifica.
A auriculoterapia é uma boa opção para equilibrar o organismo de uma maneira geral. Ela pode ser feita em paralelo com outras terapias alternativas ou com tratamentos da medicina tradicional.
Texto publicado na coluna de Saúde do Terra

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Celtic Reiki Nível I

Celtic Reiki ou Reiki Celta é único estilo de Reiki que combina a energia de CURA Reiki com a antiga..
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